quinta-feira, 18 de novembro de 2010

João Henrique não cederá metrô ao governo do estado

O prefeito de Salvador, João Henrique, disse ter ficado surpreso com a proposta apresentada por políticos ligados ao Palácio de Ondina de transferência da gestão do Metrô para o governo do estado.

Mesmo alegando que a gestão dos trens do subúrbio geram hoje um gasto operacional de R$1,2 milhão por mês aos cofres do município. A Prefeitura não abre mão do Metrô, afirmou o prefeito, lembrando da existência de compromissos assinados entre o município, governo do estado e governo federal, que determinam que a Prefeitura conduzirá o período de testes e treinamento, durante o qual será realizada uma licitação internacional para a escolha da empresa que vai obter a concessão para operar o sistema.

Referência: Tribuna da Bahia

5 comentários:

AmBuss disse...

Do jeito que as coisas andam com o metrô é capaz de ele terminar como o vlt de campinas terminou.

Pregopontocom disse...

Não sei onde ele vai arrumar suporte político para sustentar essa posição.Quem não tem competência não se estabelece,nem o seu partido se interessa mais por ele,pois o mesmo até já cogita migrar para outra para sigla.Desta forma sem dimdim e sem prestigio político não lhe restará outra alternativa a não ser entregar os pontos,as estações,o metro e tudo mais...pois a copa vem ai e ninguém vai querer ficar sem ela.Isso... não passa de conversa fiada.

AmBuss disse...

Pregopontocom,
isso é vaidade dos políticos. Eles gostam de aparecer, estar na mídia, inaugurar grandes obras para entrar para a história.

Cleber disse...

Que político não gostaria de inaugurar uma obra como um metrô nem que seja para colocar seu nome na história? Infelizmente, a pretensão é só essa mesma. Tomemos por exemplo, os trens do subúrbio e a infraestrutura totalmente abandonada. Até a ponte teve que ser interditada por falta de manutenção... Cada lugar tem o prefeito que merece.

AmBuss disse...

O que precisa Cléber, é ter uma completa renovação política na Bahia. Virem novos em substituição aos atuais que são uma CACA.