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domingo, 1 de setembro de 2013

BR-324 - Veja quanto você paga para trafegar na buraqueira


Quanto você pagaria para trafegar numa rodovia cheia de buracos?

Quanto você pagaria para trafegar numa rodovia pedagiada sem equipamentos de proteção em boa parte se sua extensão como: defensas metálicas, tachões reflexivos, acostamento cheio de buracos e até mesmo crateras com quase 10 metros de profundidade?

Quanto você pagaria para trafegar em uma rodovia que está entre as mais perigosas da Bahia em número de acidentes?

Se você acha que a resposta mais coerente seria: "não pagaria nada", saiba que você está  equivocado quando se trata da BR-324, rodovia administrada desde 2009 pela Concessionária Via Bahia.

Verifique abaixo, o preço do absurdo para quem é obrigado a trafegar por esta rodovia:

O preço para trafegar na buraqueira


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MPF-BA ajuíza ação contra Via Bahia e ANTT por cratera na BR-324


O Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA) ajuizou uma ação civil pública contra a Via Bahia e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na Justiça Federal.

O MPF requer que a Justiça conceda liminar para obrigar a concessionária a realizar obras e serviços, previstos no contrato de concessão, para tapar a cratera formada há mais de dois meses, próximo ao Porto Seco Pirajá. A Procuradoria ainda pede que a suspensão do pedágio na Praça 1, no km 597 da BR-324, até que sejam concluídas as obras de reparação das pistas. O MPF também pleiteia que a concessionária seja obrigada a apresentar um cronograma de execução das obras, com prazo máximo de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, por dia de atraso.

Segundo o órgão, a Via Bahia não se mostrou diligente quando surgiu o buraco na BR, e que não cumpriu o contrato de concessão para realizar as obras nos prazos fixados pela ANTT. O contrato firmado em setembro de 2009, com prazo de 25 anos, determina que a empresa repare os vícios, defeitos ou incorreções nos prazos da agência. Na ação, o MPF argumenta que a ANTT não cumpriu seu dever de agente fiscalizador, por não ter estabelecidos prazos para a concessionária reparar os danos, além de não exigir um cronograma de execução das obras. Apurações do MPF apontam que a Viabahia adotou medidas para resolver o problema somente depois que a cratera atingiu mais de 50% da via.

Via Bahia - BR-324 - Havia uma estrada no meio do buraco